27 agosto 2026

Múltipla: Raquel Lyra 43% e João Campos 37%


A governadora Raquel Lyra (PSD) aparece na liderança da disputa pelo Governo de Pernambuco em pesquisa do Instituto Múltipla, realizada em parceria com o Portal do Ricardo Antunes. No cenário estimulado de primeiro turno, Raquel tem 43% das intenções de voto, contra 37% do ex-prefeito do Recife João Campos (PSB).

O ex-vereador do Recife Ivan Moraes (PSOL) aparece com 1%. Os demais candidatos citados no levantamento não chegam a 1%. Os eleitores indecisos somam 11%, enquanto 5% afirmaram que pretendem votar em branco ou nulo e 2% não responderam.

Na simulação de segundo turno entre Raquel Lyra e João Campos, a governadora também aparece numericamente à frente. Raquel alcança 47%, enquanto João registra 41%. Nesse cenário, 6% estão indecisos, 5% votariam em branco ou nulo e 1% não respondeu.

Na comparação com o levantamento anterior do Múltipla, divulgado em 12 de agosto, os dois principais candidatos apresentaram recuo. Raquel passou de 45% para 43%, uma variação de dois pontos percentuais. João Campos caiu de 41% para 37%, quatro pontos a menos.

Aprovação do governo chega a 65%

A pesquisa também mediu a avaliação da gestão de Raquel Lyra. Para 46% dos entrevistados, o governo é considerado ótimo ou bom. Outros 33% classificam a administração como regular e 17% como ruim ou péssima. Não opinaram 4%.

Quando a pergunta é sobre aprovação, 65% afirmam aprovar o governo Raquel Lyra, enquanto 27% desaprovam. Outros 8% não responderam.

O Instituto Múltipla ouviu 900 eleitores de Pernambuco entre os dias 22 e 24 de agosto. A margem de erro é de 3,3 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número PE-01370/2026.

MP Eleitoral contesta 974 registros de candidatura nas Eleições 2026


O Ministério Público (MP) Eleitoral contestou na Justiça 974 registros de candidatura apresentados em todo o país para as Eleições 2026. Para que uma pessoa possa disputar as eleições, ela precisa atender requisitos previstos em leis e na Constituição Federal, além de não estar enquadrada em causas que geram inelegibilidade. Cabe à Justiça Eleitoral analisar os pedidos de impugnação apresentados e decidir se as pessoas cumprem ou não os critérios para participar da disputa.

O balanço parcial inclui ações e pareceres apresentados até esta quarta-feira (26). Entre os problemas apontados pelo MP Eleitoral estão condenações criminais, por improbidade administrativa e por abuso de poder político e econômico; envolvimento dos candidatos com organizações criminosas; falta de filiação partidária e quitação eleitoral; entre outros. Candidatos que tiveram as contas de gestões anteriores rejeitadas ou que não prestaram contas também são alvos de impugnação. Além disso, há casos de políticos que não se afastaram de determinado cargo ou função no prazo exigido pela lei para que pudessem disputar as eleições.

A maior parte das impugnações – mais de 70% – contesta pedidos de registro para disputar os cargos de deputado estadual e federal. São Paulo, que é o maior colégio eleitoral brasileiro, lidera o número de impugnações apresentadas pelo Ministério Público até o momento – com 557 casos – ou seja, mais da metade do total registrado em todo o país. Na sequência, aparecem o Maranhão, com 55 impugnações, Minas Gerais (41), Paraíba (39), Distrito Federal (33) e Bahia (31).

Além disso, na disputa para a Presidência da República, a Procuradoria-Geral Eleitoral contestou a candidatura de Pablo Marçal. Para o Ministério Público, o político está inelegível até 2032, em razão do uso indevido dos meios de comunicação nas Eleições 2024. Além disso, ele não comprovou a filiação ao partido político pelo qual a candidatura foi apresentada. Como consequência do pedido, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedeu liminar para suspender o acesso do candidato a recursos públicos de campanha e ao tempo de propaganda eleitoral gratuita, até que decida sobre a validade ou não da candidatura.

Também houve impugnações apresentadas pelo MP Eleitoral contra candidaturas no Acre (22), Goiás (20), Paraná (19), Amapá (17), Rio de Janeiro (15), Espírito Santo (13), Rio Grande do Sul (13), Roraima (12), Tocantins (12), Mato Grosso do Sul (10), Pernambuco (10), Amazonas (9), Rio Grande do Norte (9), Piauí (8), Mato Grosso (6), Rondônia (6), Alagoas (5), Ceará (3), Pará (5), Santa Catarina (2) e Sergipe (1). Os números ainda podem aumentar até o prazo final para as impugnações.

Governadores – Em seis estados e no Distrito Federal há pelo menos 9 ações do MP Eleitoral que tentam barrar a candidatura de governadores e vices. No Distrito Federal, o órgão questionou a candidatura de José Roberto Arruda, por entender que ele está inelegível até 2030 em razão de seis condenações por improbidade administrativa.

No Rio de Janeiro, o MP Eleitoral também contestou a candidatura de Garotinho ao Governo do estado, por enquadramento nas hipóteses de inelegibilidade previstas na Lei da Ficha Limpa. Em São Paulo, Paraíba, Rio Grande do Norte, Amapá e Alagoas também foram apresentadas impugnações para barrar a candidatura de governadores ou vices.

Organizações criminosas – Impedir a influência de organizações criminosas na disputa eleitoral é uma das prioridades do Ministério Público este ano. Com base em decisões do TSE sobre o tema, o MP Eleitoral apresentou pedidos para barrar a candidatura de políticos por envolvimento com o crime organizado. Isso porque a Constituição Federal veda o uso de organizações paramilitares por partidos políticos.

Só no Rio de Janeiro, foram sete impugnações com base nessa jurisprudência, além de outras duas em São Paulo. Na Bahia, o MP Eleitoral contestou a candidatura de Binho Galinha a deputado estadual. Provas reunidas em quatro ações penais apontam que o candidato ocupa posição de liderança e de comando em uma organização criminosa. Ele está preso atualmente e já foi condenado a 36 anos de prisão por envolvimento em crimes relacionados ao uso irregular de armas de fogo.

Em junho, o MP Eleitoral recomendou aos partidos políticos a criação de protocolos internos de integridade e fiscalização dos pré-candidatos, para evitar a infiltração de facções nas estruturas partidárias.

Cota de gênero – Além de fiscalizar os pedidos individuais de registro, o MP Eleitoral analisa o Demonstrativo de Regularidade dos Atos Partidários (Drap). O Drap deve ser apresentado pelos partidos, coligações e federações à Justiça para demonstrar a regularidade, inclusive documental, das convenções que realizaram e da escolha de candidatos. Caso o demonstrativo seja negado pela Justiça, em razão de alguma irregularidade, toda a lista de candidaturas registradas é considerada inválida e os candidatos ficam impedidos de participar da eleição.

De acordo com o balanço parcial, até o momento, o MP Eleitoral contestou a validade de 13 Draps em seis estados – Paraná (4), São Paulo (3), Bahia (3), Distrito Federal (1), Acre (1) e Minas Gerais (1) – principalmente por questões relacionadas ao descumprimento da cota de gênero e de problemas nas prestações de contas partidárias.

No Acre, por exemplo, a pedido do MP Eleitoral, a Justiça indeferiu a chapa do Agir para deputado estadual por descumprir o percentual mínimo de 30% de mulheres nos registros de candidatura para o cargo. No Distrito Federal, o Ministério Público contestou o Drap do Missão também por descumprimento da cota, enquanto em Minas Gerais o mesmo problema foi apontado na chapa inscrita pelo Democracia Cristã para a disputa de deputado federal.

Como funciona a impugnação? - Após o recebimento dos pedidos de registro, a Justiça Eleitoral verifica os dados e publica edital no Diário da Justiça Eletrônico (DJe) com as candidaturas apresentadas, para ciência dos interessados. Feita essa publicação, o MP Eleitoral tem o prazo de cinco dias para contestar os pedidos de registro, caso as candidaturas não atendam as regras previstas na legislação.

Além do Ministério Público, candidatos adversários, partidos, coligações e federações podem contestar os pedidos de candidatura perante a Justiça Eleitoral. A decisão final sobre a possibilidade ou não de manutenção da candidatura cabe ao Judiciário. Essa análise deve ser feita até 14 de setembro, conforme prevê o calendário eleitoral.

MPF

PoderData/AYA: Lula empata com Flávio, Caiado e Zema no 2º turno


Pesquisa PoderData/AYA divulgada nesta quinta-feira (27) mostra que, em um eventual segundo turno para a Presidência da República, o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) estão tecnicamente empatados.

Lula oscila para baixo indo a 45% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro vai a 44%. Os votos em branco ou nulos somam 9%, e os eleitores que não sabem em quem votar representam 2%.

O levantamento testou outras três possibilidades de disputa de segundo turno. Em um cenário com Romeu Zema (Novo) a pesquisa também aponta para um empate técnico no limite da margem de erro.

Nesta simulação, Zema marca 43% das intenções de voto, enquanto Lula registra 44%. Brancos e nulos somam 10%, e 2% não sabem.

Na simulação direta contra Ronaldo Caiado (PSD), a disputa apresenta o mesmo grau de indefinição.

O levantamento indica que Caiado aparece com 44%, enquanto o atual presidente atinge 43%, configurando novo empate técnico. Aqueles que dizem votar em branco ou anular representam 10% da amostra, e os indecisos são 2%.

Em um quarto confronto medido pelo instituto, o cenário muda a favor do petista. Na disputa contra Renan Santos, o atual chefe do Executivo aparece numericamente à frente e fora da margem de erro.

Neste quadro, Lula marca 44%, contra 37% de Renan Santos. O índice de votos brancos e nulos nesta simulação sobe para 16%, e 3% não souberam responder.

Metodologia

A pesquisa PoderData/Aya ouviu 2.400 pessoas em 555 municípios das 27 unidades da federação, entre os dias 23 e 26 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. O registro da pesquisa no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-04974/2026.

CNN

TRE-PE mantém participação da Federação PSDB Cidadania na coligação de Raquel Lyra


O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) decidiu, por maioria, nesta quarta-feira (26), manter a Federação PSDB Cidadania na composição da coligação Pernambuco de Coração. Por 4 votos a 3, o Pleno acompanhou o voto do relator, desembargador eleitoral Paulo Machado Cordeiro, e deferiu o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP) da coligação em sua composição original.

A decisão foi tomada no processo nº 0600838-03.2026.6.17.0000, que tem como relator o desembargador Paulo Machado Cordeiro. Da decisão do TRE-PE cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A controvérsia envolvia decisões diferentes tomadas no âmbito da Federação PSDB Cidadania em Pernambuco. Em convenção estadual realizada no dia 31 de julho, foi aprovada a participação da Federação na coligação Pernambuco de Coração. Posteriormente, a Comissão Interventora da Federação decidiu adotar posição de neutralidade na disputa para governador e vice-governador.

Em seu voto, Paulo Cordeiro considerou válida a convenção estadual de 31 de julho. Segundo o relator, na data em que ela foi realizada, o órgão provisório estadual responsável pela convocação e condução do encontro estava com situação ativa no Sistema de Gerenciamento de Informações Partidárias (SGIP) da Justiça Eleitoral. Na convenção, 43 integrantes deliberaram, por unanimidade, pela participação na coligação Pernambuco de Coração.

Ao analisar a tentativa posterior de modificar a decisão, o relator entendeu que a Comissão Interventora não poderia desfazer a deliberação da convenção sem observar as regras estatutárias. Para Paulo Cordeiro, “a Comissão Interventora agiu com patente excesso de poder e usurpação de competência ao lavrar deliberação pretendendo desfazer o ato coligatório majoritário”.

Paulo Cordeiro também afirmou que a autonomia partidária deve conviver com outras garantias constitucionais. “A autonomia das agremiações políticas — pilar de sustentação do próprio regime democrático — não subsiste no ordenamento jurídico como um dogma absoluto, isolado ou imune ao controle de legalidade”, registrou no voto.
Impugnação

O julgamento também tratou da Ação de Impugnação ao DRAP apresentada pela coligação Frente Popular de Pernambuco. Nesse ponto, prevaleceu o entendimento de que uma coligação adversária não tem legitimidade para questionar questões internas de outra agremiação, salvo em caso de fraude material com impacto no processo eleitoral, hipótese que o relator considerou não configurada no caso.

Com a decisão, o TRE-PE indeferiu o pedido da Comissão Interventora para retirar a Federação PSDB Cidadania da aliança e deferiu o DRAP da coligação Pernambuco de Coração em sua composição original: PSD, Federação União Progressista (União Brasil/PP), Podemos, Avante e Federação PSDB Cidadania.

26 agosto 2026

MP Eleitoral questiona dez candidaturas em Pernambuco


O Ministério Público (MP) Eleitoral impugnou o pedido de registro de dez candidaturas nas eleições de 2026 em Pernambuco. Oito delas são para o cargo de deputado federal; duas, para deputado estadual. As ações de impugnação ao registro de candidatura (AIRCs) são apresentadas quando o MP Eleitoral identifica situações de possível descumprimento das exigências da legislação eleitoral para que uma pessoa possa disputar as eleições.

Sete das candidaturas impugnadas em Pernambuco são consequência de irregularidades nas contas públicas do período em que os hoje candidatos foram prefeitos. São eles: Judite Maria Botafogo Santana da Silva (Judite Botafogo, PSD, Lagoa do Carro); Humberto César de Farias Mendes (Humberto Mendes, Republicanos, Santa Maria da Boa Vista); Joamy Alves de Oliveira (Joamy Alves, PSD, Araçoiaba); Clayton da Silva Marques (Keko do Armazém, Federação PSDB/Cidadania, Cabo de Santo Agostinho); Izaias Regis Neto (Izaias Regis, PSD, Garanhuns); Yves Ribeiro de Albuquerque (Yves Ribeiro, MDB, Ribeirão) e Luciano Duque de Godoy Souza (Luciano Duque, Podemos, Serra Talhada – o único dos sete que se candidatou a deputado estadual).

O MP Eleitoral também impugnou as candidaturas de Heberte Lamarck Gomes da Silva (Betinho Gomes, Republicanos), por falta de quitação com a Justiça Eleitoral ao deixar de pagar multa pela realização de propaganda eleitoral ilícita, e Nadelson Leite Costa (Sargento Nadelson, Republicanos), por ter sido demitido do serviço público em decorrência de processo administrativo disciplinar; ambos pretendem concorrer ao cargo de deputado federal. Houve impugnação também de Jaciara Maria de Adelino (Jacy Modas, Avante), mas ela renunciou à candidatura antes do julgamento da AIRC.

“Em circunstâncias ideais, deveríamos poder contar com o maior número possível de candidaturas, para uma maior legitimidade do jogo democrático. Mas há, também, regras legitimamente estabelecidas que impõem certas exigências e restrições para a participação na disputa, e o Ministério Público, atento a tais regras, cumpre seu dever de apontar à Justiça os casos que se enquadram nessas condições previstas em lei”, explica o procurador regional eleitoral de Pernambuco, Werton Costa.

As impugnações propostas pelo MP Eleitoral serão julgadas pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), que analisará os argumentos do Ministério Público e decidirá se os registros de candidatura serão ou não concedidos, assegurando o direito de defesa dos candidatos.

MPF

Gerp: Flávio tem 47% e Lula 42% em 2º turno, diz pesquisa


O instituto Gerp divulgou nesta quarta-feira (26) uma nova pesquisa com as intenções de voto para presidente da República nas eleições de 2026.

Flávio Bolsonaro (PL) lidera o cenário estimulado de primeiro turno com 38% das intenções de voto. A liderança, porém, é numérica, já que Lula (PT) aparece com 37%, o que configura um empate técnico dentro da margem de erro da pesquisa de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Na simulação de segundo turno entre os dois, Flávio abre 5 pontos percentuais para Lula, o que daria ao senador a vitória nas urnas.

A Gerp fez um cenário espontâneo (quando não são mostrados os nomes dos pré-candidatos) e um cenário estimulado (quando são mostrados os nomes) para o primeiro turno.

Flávio Bolsonaro e Lula empatam tecnicamente na pesquisa estimulada

Flávio Bolsonaro (PL): 38%
Lula (PT): 37%
Pablo Marçal (PRTB): 4%
Renan Santos (Missão): 3%
Ronaldo Caiado (PSD): 3%
Escritor Augusto Cury (Avante): 1%
Zema (Novo): 1%
Rui Costa Pimenta (PCO): 0%
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0%
Clariana Barão (DC): 0%
Samara (UP): 0%
Edmilson Costa (PCB): 0%
Nenhum deles: 4%
Não sabe: 8%

O instituto Gerp simulou um cenário de segundo turno.

Lula x Flávio BolsonaroFlávio Bolsonaro (PL): 47%
Lula (PT): 42%
Nenhum deles: 8%
Não sabe/não respondeu: 3%
Rejeição para presidente da República em 2026

A Gerp quis saber dos entrevistados em quais dos pré-candidatos apresentados eles não votariam de jeito nenhum para presidente da República.

Lula (PT): 49%
Flávio Bolsonaro (PL): 40%
Pablo Marçal (PRTB): 11%
Ronaldo Caiado (PSD): 10%
Zema (Novo): 10%
Renan Santos (Missão): 8%
Rui Costa Pimenta (PCO): 8%
Samara (UP): 8%
Edmilson Costa (PCB): 8%
Hertz Dias (PSTU): 7%
Clariana Barão (DC): 7%
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 7%
Escritor Augusto Cury (Avante): 7%
Não votaria em nenhum deles: 3%
Poderia votar em qualquer um deles: 3%
Não sabe: 2%

Metodologia: 2.400 entrevistados pela Gerp de 21 a 25 de agosto de 2026. A pesquisa foi contratada pela Associação das Emissoras de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (Aesp). Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 2,0 pontos percentuais. Registro no TSE nº BR-03547/2026.

25 agosto 2026

Quaest Senado: Marília Arraes, 16%; Humberto Costa, 13%; Mendonça Filho, 9%; Eduardo da Fonte, 6%


Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (25) mostra como está a disputa pelo Senado em Pernambuco. O levantamento foi encomendado pela Globo.

Combinação - votos totais

Marília Arraes (PDT): 16%
Humberto Costa (PT): 13%
Mendonça Filho (PL): 9%
Eduardo da Fonte (PP): 6%
Túlio Gadêlha (PSD): 3%
Pastor Gilvan Costa (Democrata): 1%
Carlos Sant'anna (Novo): 1%
Paulo Rubem Santiago (Rede): 1%
Mariano Macedo (PSTU): 0%
Mailson Neto (PCO): 0%
Gorett Bitu (UP): 0%
Samuel Timoteo (UP): 0%
Indecisos: 26%
Branco/nulo/não vai votar: 24%

A Quaest ouviu 1.302 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 21 e 24 de agosto. A margem de erro é de tês pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é PE-07828/2026.

G1

Quaest: Raquel Lyra, 44%; João Campos, 36%


Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (25) mostra como está a disputa pelo governo de Pernambuco. O levantamento foi encomendado pela Globo.

Veja, abaixo, os resultados da pesquisa estimulada, em que a Quaest mostra a lista de candidatos aos eleitores entrevistados.

Raquel Lyra (PSD): 44%;
João Campos (PSB): 36%
Ivan Moraes (PSOL): 1%
Renan Hallais (Missão): 0%
Professora Camila (UP): 0%
Victor Assis (PCO): 0%
Guilherme Fonseca (PSTU): 0%
Professor Jeremias do Banco (Democrata): 0%
Branco/nulo/não vai votar: 7%
Indecisos: 12%

A Quaest ouviu 1.302 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 21 e 24 de agosto. A margem de erro é de tês pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é PE-07828/2026.

G1

Chã Grande: Parlamentares que destinaram emendas federais nesta legislatura


De acordo com o site centraldasemendas, ao longo dessa legislatura que teve início em 2023, foram destinados 39 empenhos de emendas federais ao município de Chã Grande, totalizando um valor de mais de 26 milhões, dos quais R$ 25.628.900,10 já foram pagos.

Deputado majoritário da cidade com o apoio do ex prefeito Diogo Alexandre (Avante) no pleito de 2022 com 5.242 votos, Waldemar Oliveira (Avante) encaminhou oito emendas que totalizam mais de sete milhões (R$ 7.335.000,00);

Guilherme Uchoa (PSD), obteve apenas 49 votos, enviou cinco emendas que totalizam mais de quatro milhões (R$ 4.385.000,00);

André Ferreira (PL) com 425 votos, duas emendas no total de R$ 2.387.111,00;

Maria Arraes (PSB) com 341 votos, quatro emendas no valor total de R$ 2.200.000,000;

Também beneficiaram o município com emendas os deputados Iza Arruda (595 votos), Luciano Bivar (48 votos), Lucas Ramos (38 votos), Clodoaldo Magalhães (19 votos) e Gonzaga Patriota (8 votos) com uma emenda cada (Total de R$ 3.319.389,00).

Entre os senadores, Teresa Leitão destinou 1.500.000,00, Humberto Costa 850 mil, Fernando Dueire 400 mil e Jarbas Vasconcelos 100 mil reais.


https://www.centraldasemendas.info/dados

Pastor Eurico busca quinto mandato. Confira lista da Federação PSDB/CIDADANIA!


Com 100.811 votos no pleito de 2022, o Pastor Eurico (Francisco Eurico da Silva) é o principal nome da Federação PSDB/CIDADANIA, o deputado está em seu quarto mandato. Outro nome de destaque na legenda é do ex prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Keko do Armazém.

Confira abaixo lista de candidatos da federação:

PSDB
  • ALEXANDRO DIAS E O COLETIVO - ALEXSANDRO DIAS DE OLIVEIRA 
  • CONCEIÇÃO CEÇA - RUTE MARIA DA CONCEICAO
  • CRIS DO TRANSFORMA - CHRISTIANNY KELLY MAGALHÃES DE FREITAS
  • DENGUE - NANCILDO LUIZ DA SILVA 
  • DODI - JOSENILDO JOSÉ DA SILVA
  • DR FRANCISCO LUCENA - FRANCISCO CLAUDIO DE LUCENA
  • DR MARQUINHOS - MARCOS ANTONIO PEIXOTO DE SIQUEIRA FILHO
  • DR MAURO - ANTONIO MAURO DA COSTA
  • DR. NIDO COELHO - JOSENILDO COELHO TEODORO
  • GABI BRITO - GABRIELLA DE BRITO SILVA
  • JOÃO MORAES - JOÃO MORAES DA SILVA FILHO
  • KEKO DO ARMAZÉM - CLAYTON DA SILVA MARQUES
  • MARINALVA - MARINALVA GONCALVES DE SOUZA
  • MARIVALDO SOUZA - MARIVALDO NASCIMENTO SOUZA
  • MC LEOZINHO - JOSE LEONEL DO NASCIMENTO NETO
  • NELSON DINIZ - NELSON DINIZ MOURA
  • PASTOR EURICO - FRANCISCO EURICO DA SILVA
  • PATRICIA VIÚVA - PATRICIA LUCIA DE SOUZA ROMAO
  • PÊ GUERRA - EDVALDO SILVA GUERRA
  • RICARDO DE GULU - RICARDO PEREIRA PONTES
  • RONALDO SILVA - RONALDO JOSE DA SILVA
  • SANDRO TAPIOCA - SANDRO GLEDSON CAMPOS PEREIRA
  • ZÉ CARLOS CORREDOR - JOSE CARLOS FERREIRA DOS SANTOS
CIDADANIA
  • BRANCA DURVANICE - DURVANICE GONCALO DE OLIVEIRA
  • LARISSA CALÓ - LARISSA MARIA CALÓ MESQUITA
  • RHAYSSA ALVES - RHAYSSA ALVES FELIPE DOS SANTOS