11 setembro 2026
Datafolha/Senado: Marília, 18%; Humberto, 16%; Mendonça, 12%; Eduardo, 10%
Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (11) mostra que, em Pernambuco, quatro candidatos estão tecnicamente empatados na liderança das intenções de voto para o Senado. Neste ano, há duas vagas em disputa nas eleições de outubro. A margem de erro da pesquisa é de três pontos para mais ou para menos.
A última pesquisa Datafolha foi divulgada em 21 de agosto. Na pesquisa espontânea, em que o Datafolha não mostra aos eleitores a lista dos candidatos, 58% estão indecisos.
Já na pesquisa estimulada, em que os nomes são mostrados aos entrevistados, Marília Arraes (PDT) aparece com 18%; Humberto Costa (PT), com 16%; Mendonça Filho (PL), com 12%; e Eduardo da Fonte (PP), com 10%.
Veja os números abaixo:
Pesquisa estimulada - votos totais
Marília Arraes (PDT): 18% (eram 15% em 21 de agosto);
Humberto Costa (PT): 16% (eram 14%);
Mendonça Filho (PL): 12% (eram 12%);
Eduardo da Fonte (PP): 10% (eram 11%);
Túlio Gadêlha (PSD): 5% (eram 5%);
Pastor Gilvan Costa (Democrata): 2% (eram 2%);
Carlos Sant'anna (Novo): 2% (eram 2%);
Paulo Rubem Santiago (Rede): 1% (era 1%);
Mariano Macedo (PSTU): 1% (era 1%);
Samuel Timoteo (UP): 1% (era 1%);
Mailson Neto (PCO): 0% (era 0%);
Gorett Bitu (UP): 0% (era 0%);
Branco/nulo/nenhum: 22% (eram 23%);
Indecisos: 10% (eram 14%).
A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. Foram entrevistadas 1.204 pessoas entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro da pesquisa é PE-04411/2026.
Datafolha: Flavio e Lula empatam no segundo turno
Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (11) mostra que o presidente Lula (PT) aparece com 46% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 44% em eventual disputa de 2º turno da eleição presidencial.
O resultado é o mesmo da pesquisa anterior, divulgada no dia 3 de setembro. O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo.
Na segunda quinzena de agosto, a distância entre eles era de quatro pontos: 47% a 43%.
O Datafolha testou cinco cenários, em que Lula enfrenta também os candidatos Ronaldo Caiado (PSD), Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). Este é o primeiro levantamento em que o Datafolha incluiu Augusto Cury em eventual 2º turno.
Veja abaixo os números das quatro simulações de 2º turno, com o resultado de agosto entre parênteses.
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula (PT): 46% (eram 46%)
Flávio Bolsonaro (PL): 44% (eram 44%)
Em branco/nulo/nenhum: 8% (eram 9%)
Indecisos: 1% (eram 2%)
Lula x Ronaldo Caiado
Lula (PT): 46% (eram 46%)
Ronaldo Caiado (PSD): 41% (eram 41%)
Em branco/nulo/nenhum: 10% (eram 11%)
Indecisos: 2% (eram 2%)
Lula x Romeu Zema
Lula (PT): 48% (eram 48%)
Romeu Zema (Novo): 39% (eram 39%)
Em branco/nulo/nenhum: 11% (eram 12%)
Indecisos: 2% (eram 2%)
Lula x Renan Santos
Lula (PT): 48% (eram 47%)
Renan Santos (Missão): 37% (eram 38%)
Em branco/nulo/nenhum: 12% (eram 13%)
Indecisos: 2% (eram 2%)
Lula x Augusto Cury
Lula (PT): 45%
Augusto Cury (Avante): 43%
Em branco/nulo/nenhum: 10%
Indecisos: 2%
O Datafolha ouviu 2.002 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é BR-01833/2026.
Datafolha: Raquel Lyra 47% e João Campos 42%
Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (11) com as intenções de voto para o governo de Pernambuco mostra a governadora Raquel Lyra (PSD) com 47% das intenções de voto. Em seguida vem o ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB), com 42% das intenções de voto.
A margem de erro da pesquisa é de três pontos para mais ou para menos. A última pesquisa Datafolha foi divulgada em 21 de agosto.
O percentual de brancos/nulos/nenhum é de 6%. Além disso, 2% não sabem em quem vão votar.
A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. Foram entrevistadas 1.204 pessoas entre os dias 8 e 10 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro da pesquisa é PE-04411/2026.
DataTrends/Senado: Marília 15%, Humberto 13%, Mendonça 11%, e Eduardo 10%
A pesquisa DataTrends, divulgada nesta sexta-feira (11), aponta Marília Arraes (PDT) na liderança da disputa pelas duas vagas de Pernambuco no Senado Federal. Considerando a soma do primeiro e do segundo voto dos entrevistados, ela aparece com 15% das intenções de voto.
Na sequência, o senador Humberto Costa (PT) registra 13%, seguido pelo ex-ministro Mendonça Filho (PL), com 11%, e pelo deputado federal Eduardo da Fonte (PP), com 10%. O deputado federal Túlio Gadêlha (PSD) soma 5%.
Carlos Sant’Anna, Pastor Gilvan Costa e Paulo Rubem Santiago aparecem com 1% cada. Gorett Bitu, Mailson da Silva Neto, Mariano Macedo e Samuel Timóteo não pontuaram. Brancos e nulos totalizam 21%, enquanto 22% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
Como Pernambuco elegerá dois senadores em 2026, os números indicam uma disputa ainda aberta. A diferença entre Humberto Costa, segundo colocado, e Eduardo da Fonte, quarto, é de três pontos percentuais.
O levantamento ouviu 1.200 eleitores pernambucanos entre os dias 7 e 9 de setembro, por meio de entrevistas telefônicas automatizadas. A margem de erro é de 2,83 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TRE-PE sob o número PE-08122/2026 e no TSE sob o número BR-06128/2026.
Futura: Flávio tem 45,4% contra 45% de Lula no 2º turno
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) estão empatados no segundo turno, segundo pesquisa Futura divulgada nesta sexta-feira, 11.
O levantamento aponta o parlamentar com 45,4% das intenções de voto, contra 45% do petista. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Neste embate, considerado o mais provável pelo desempenho dos candidatos na simulação de primeiro turno, votos brancos e nulos somam 7,1%, e 2,5% dos eleitores estão indecisos.
A pesquisa Futura entrevistou 2.000 eleitores entre 4 e 10 de setembro de 2026, por meio de entrevista telefônica assistida por computador (CATI). A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com tervalo de confiança de 95%. O levantamento foi contratado por 100% Cidades e está registrado no TSE sob o protocolo BR-02322/2026.
DataTrends: Raquel Lyra 46% e João Campos 36%
A governadora Raquel Lyra (PSD) lidera a disputa pelo Governo de Pernambuco em pesquisa DataTrends divulgada nesta semana. No levantamento estimulado de primeiro turno, Raquel aparece com 46% das intenções de voto, seguida pelo Ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB), com 36%. Ivan Moraes (PSOL) registra 1%.
Segundo a pesquisa, 8% dos entrevistados declararam voto branco ou nulo, enquanto 9% não souberam ou não responderam. Os candidatos Renan Hallais (Missão), Guilherme Fonseca (PSTU), Professora Camila (UP), Professor Jeremias do Banco (Democrata) e Victor Assis (PCO) não pontuaram.
Em um eventual segundo turno entre os dois principais nomes da disputa, Raquel Lyra tem 48% das intenções de voto, contra 39% de João Campos. Brancos e nulos somam 8%, e 5% não souberam ou não responderam.
A pesquisa também aferiu o potencial de voto dos candidatos. Raquel tem 32% de eleitores que afirmam votar nela com certeza e 23% que dizem que poderiam votar. Para João, os percentuais são de 28% e 24%, respectivamente.
Na rejeição, 37% afirmaram que não votariam em Raquel Lyra de jeito nenhum. No caso de João Campos, o índice é de 36%. Não souberam ou não responderam 8% quando questionados sobre Raquel e 12% sobre João.
A DataTrends realizou 1.200 entrevistas entre os dias 7 e 10 de setembro de 2026. A margem de erro máxima é de 2,83 pontos percentuais, com grau de confiança de 95%. A pesquisa está registrada sob os números PE-08122/2026 e BR-06128/2026.
10 setembro 2026
Atlas/Bloomberg: Flávio Bolsonaro tem 46,4% e Lula 46,2% no segundo turno
Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira, 10, mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) empatados tecnicamente em um eventual segundo turno, após crescimento do candidato da oposição. De acordo com os números, Flávio tem 46,4%, enquanto Lula soma 46,2%. Brancos, nulos e indecisos somam agora 7,4%
No levantamento anterior, Lula tinha 47,1%, enquanto Flávio aparecia com 42,6%. Brancos, nulos e indecisos eram 10,3%.
O Atlas mediu outros quatro cenários de segundo turno, todos com Lula como um dos candidatos. Contra Romeu Zema (Novo), o ex-governador de Minas somaria 46,2%, contra 46% do petista. Na disputa contra Ronaldo Caiado (PSD), haveria um empate: 45,7% a 45,7%. Se o adversário fosse Augusto Cury (Avante), Lula estaria numericamente à frente, com 43,8% contra 41,1%. Em eventual confronto com Renan Santos (Missão), o petista teria 46%, contra 33,8% do empresário.
A pesquisa AtlasIntel ouviu 5 mil pessoas por recrutamento digital aleatório (pela internet). A margem de erro é de um ponto porcentual para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no TSE sob o protocolo BR-01452/2026.
TRE-PE suspende proibição e permite que Mendonça Filho cite Raquel Lyra em propaganda
O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) suspendeu, na noite desta quarta-feira (9), a decisão que proibia o candidato ao Senado Mendonça Filho (PL) de citar a governadora Raquel Lyra (PSD) em suas propagandas eleitorais.
A peça que deu origem ao processo, no entanto, permanece suspensa por determinação de outro relator. A decisão foi tomada pelo vice-presidente do Tribunal, desembargador Erik de Sousa Dantas Simões, ao analisar um mandado de segurança apresentado pela defesa do candidato.
A nova decisão derrubou a restrição de caráter geral que impedia Mendonça de utilizar o nome, a imagem ou qualquer referência que sugerisse uma ligação política com Raquel em futuras peças de campanha.
Para o desembargador, a determinação anterior estabelecia uma limitação ampla e antecipada ao discurso eleitoral.
Argumentação
Na decisão, Erik de Sousa Dantas Simões considerou que “proibir, por critérios abertos e para o futuro, toda propaganda que envolva a governadora” retiraria da Justiça Eleitoral a análise de cada caso concreto e transformaria o órgão em uma espécie de censor prévio do discurso de campanha.
O vice-presidente também apontou “ilegalidade evidente” na proibição genérica e citou o artigo 54 da legislação eleitoral, que permite a participação de apoiadores, sejam candidatos ou não, em até 25% do tempo de cada programa ou inserção.
Segundo ele, é prática corrente na propaganda eleitoral que candidatos façam referência a figuras políticas de outros partidos, mesmo quando não há apoio recíproco declarado.
A restrição havia sido determinada dois dias antes, a pedido da coligação Pernambuco de Coração, que apoia a candidatura de Raquel Lyra à reeleição.
A liminar proibia Mendonça de utilizar, em qualquer meio de propaganda eleitoral, a imagem, o nome ou qualquer referência que sugerisse ligação política com a governadora.
A ordem alcançava televisão, rádio, redes sociais e materiais impressos, além de bandeiras e carros de som. Em caso de descumprimento, havia previsão de multa de R$ 20 mil por infração e advertência sobre eventual responsabilização criminal.
Ao analisar o recurso, o desembargador afirmou ainda que expressões genéricas como “peça que promova ligação” não definem, de forma objetiva, uma conduta irregular. Na avaliação dele, a simples menção a uma candidata de outra coligação não configura, isoladamente, uma infração eleitoral.
Peça original segue suspensa
Apesar de afastar a proibição para as futuras propagandas, a decisão desta quarta-feira não libera a inserção que deu origem ao processo. O material continua suspenso por determinação de outro relator, que analisou especificamente a participação de Raquel Lyra na peça.
A diferença entre as duas decisões é central no caso. Enquanto a primeira liminar estabelecia uma restrição sobre futuras propagandas de Mendonça, a decisão desta quarta-feira afasta o bloqueio genérico e mantém a possibilidade de análise individual de novas peças pela Justiça Eleitoral.
O episódio se insere em uma disputa em que Mendonça, embora aliado de Raquel Lyra, não foi incorporado à chapa da governadora. Os dois nomes ao Senado registrados pela Coligação Pernambuco de Coração são Eduardo da Fonte (PP) e Túlio Gadêlha (PSD). A situação coloca o candidato do PL em uma posição de aliado político de Raquel, mas sem vínculo formal com a composição eleitoral encabeçada por ela.
PoderData/Aya: Flávio tem 47% e Lula 45% no 2º turno
Flávio tem 47% e Lula, 45%. Com margem de erro de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, há empate técnico entre os dois.
Em comparação ao último levantamento, Flávio oscilou dois pontos percentuais para cima e Lula, um.
O instituto também testou o desempenho do atual presidente contra Augusto Cury (Avante).
Cury tem 44% e Lula, 43%. Eles também estão em empáte técnico. Os votos brancos e nulos são 11%, e os indecisos, 2%.
Já contra Flávio, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro tem 43% e o escritor, 36%. Brancos e nulos ficam em 20%. Os que não sabem somam 2%.
Metodologia
Foram ouvidas 3.000 pessoas em 623 municipios nas 27 unidades da Federação entre os dias 6 e 9 de setembro. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.
A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-04914/2026.
09 setembro 2026
Fachin tira Moraes da relatoria do inquérito das Fake News e assume caso
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, assumiu nesta quarta-feira (9) a relatoria do inquérito das Fake News. O caso estava sob comando do ministro Alexandre de Moraes.
O Inquérito das Fake News é uma investigação aberta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2019 para apurar a existência de notícias fraudulentas, falsas comunicações de crimes, denúncias caluniosas, ameaças e outros ataques contra o STF, seus ministros e familiares. Ele está sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes.
"A presente medida decorre da necessidade de estabelecer segurança jurídica e adequada delimitação institucional dentro do regime de exercício da atribuição prevista no art. 43 do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal por esta Presidência".
A decisão de Fachin determina que as ações penais derivadas do inquérito seguem com Moraes à frente e que todos os atos tomados no curso do inquérito estão em vigor.
"Em homenagem à segurança jurídica, à estabilidade dos atos processuais e à confiança legítima na atuação jurisdicional, devem ser preservados os atos regularmente praticados durante o período de vigência da designação, ressalvada, evidentemente, a eventual apreciação pelas vias processuais próprias", diz Fachin.
Fachin determinou que inquéritos, PETs e demais procedimentos investigatórios distribuídos a Alexandre de Moraes por prevenção ao inquérito das fake news sejam devolvidos à Presidência do STF.
Os processos retornarão no estágio atual para análise da presidência da Corte e, posteriormente, serão encaminhados à Polícia Federal e à PGR, responsável por decidir sobre eventual denúncia ou arquivamento.
Nesta quarta, o ministro Edson Fachin também suspendeu a decisão do ministro André Mendonça de afastar o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência, Leandro Almada. Também foi suspensa a decisão de Flávio Dino que os reintegrou aos cargos.
Fachin também suspendeu "todo e qualquer procedimento" de investigação contra integrantes do STF.
Além disso, também foi suspensa a apuração da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre possível interferência na produção do relatório da PF que apontou uma relação entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, preso na Operação Compliance Zero.