10 setembro 2026

Atlas/Bloomberg: Flávio Bolsonaro tem 46,4% e Lula 46,2% no segundo turno


Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira, 10, mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) empatados tecnicamente em um eventual segundo turno, após crescimento do candidato da oposição. De acordo com os números, Flávio tem 46,4%, enquanto Lula soma 46,2%. Brancos, nulos e indecisos somam agora 7,4%

No levantamento anterior, Lula tinha 47,1%, enquanto Flávio aparecia com 42,6%. Brancos, nulos e indecisos eram 10,3%.

O Atlas mediu outros quatro cenários de segundo turno, todos com Lula como um dos candidatos. Contra Romeu Zema (Novo), o ex-governador de Minas somaria 46,2%, contra 46% do petista. Na disputa contra Ronaldo Caiado (PSD), haveria um empate: 45,7% a 45,7%. Se o adversário fosse Augusto Cury (Avante), Lula estaria numericamente à frente, com 43,8% contra 41,1%. Em eventual confronto com Renan Santos (Missão), o petista teria 46%, contra 33,8% do empresário.

A pesquisa AtlasIntel ouviu 5 mil pessoas por recrutamento digital aleatório (pela internet). A margem de erro é de um ponto porcentual para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no TSE sob o protocolo BR-01452/2026.

TRE-PE suspende proibição e permite que Mendonça Filho cite Raquel Lyra em propaganda


O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) suspendeu, na noite desta quarta-feira (9), a decisão que proibia o candidato ao Senado Mendonça Filho (PL) de citar a governadora Raquel Lyra (PSD) em suas propagandas eleitorais.

A peça que deu origem ao processo, no entanto, permanece suspensa por determinação de outro relator. A decisão foi tomada pelo vice-presidente do Tribunal, desembargador Erik de Sousa Dantas Simões, ao analisar um mandado de segurança apresentado pela defesa do candidato.

A nova decisão derrubou a restrição de caráter geral que impedia Mendonça de utilizar o nome, a imagem ou qualquer referência que sugerisse uma ligação política com Raquel em futuras peças de campanha.

Para o desembargador, a determinação anterior estabelecia uma limitação ampla e antecipada ao discurso eleitoral.

Argumentação

Na decisão, Erik de Sousa Dantas Simões considerou que “proibir, por critérios abertos e para o futuro, toda propaganda que envolva a governadora” retiraria da Justiça Eleitoral a análise de cada caso concreto e transformaria o órgão em uma espécie de censor prévio do discurso de campanha.

O vice-presidente também apontou “ilegalidade evidente” na proibição genérica e citou o artigo 54 da legislação eleitoral, que permite a participação de apoiadores, sejam candidatos ou não, em até 25% do tempo de cada programa ou inserção.

Segundo ele, é prática corrente na propaganda eleitoral que candidatos façam referência a figuras políticas de outros partidos, mesmo quando não há apoio recíproco declarado.

A restrição havia sido determinada dois dias antes, a pedido da coligação Pernambuco de Coração, que apoia a candidatura de Raquel Lyra à reeleição.

A liminar proibia Mendonça de utilizar, em qualquer meio de propaganda eleitoral, a imagem, o nome ou qualquer referência que sugerisse ligação política com a governadora.

A ordem alcançava televisão, rádio, redes sociais e materiais impressos, além de bandeiras e carros de som. Em caso de descumprimento, havia previsão de multa de R$ 20 mil por infração e advertência sobre eventual responsabilização criminal.

Ao analisar o recurso, o desembargador afirmou ainda que expressões genéricas como “peça que promova ligação” não definem, de forma objetiva, uma conduta irregular. Na avaliação dele, a simples menção a uma candidata de outra coligação não configura, isoladamente, uma infração eleitoral.


Peça original segue suspensa

Apesar de afastar a proibição para as futuras propagandas, a decisão desta quarta-feira não libera a inserção que deu origem ao processo. O material continua suspenso por determinação de outro relator, que analisou especificamente a participação de Raquel Lyra na peça.

A diferença entre as duas decisões é central no caso. Enquanto a primeira liminar estabelecia uma restrição sobre futuras propagandas de Mendonça, a decisão desta quarta-feira afasta o bloqueio genérico e mantém a possibilidade de análise individual de novas peças pela Justiça Eleitoral.

O episódio se insere em uma disputa em que Mendonça, embora aliado de Raquel Lyra, não foi incorporado à chapa da governadora. Os dois nomes ao Senado registrados pela Coligação Pernambuco de Coração são Eduardo da Fonte (PP) e Túlio Gadêlha (PSD). A situação coloca o candidato do PL em uma posição de
 aliado político de Raquel, mas sem vínculo formal com a composição eleitoral encabeçada por ela.

PoderData/Aya: Flávio tem 47% e Lula 45% no 2º turno


Pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (10) aponta igualdade entre Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno na disputa ao Palácio do Planalto.

Flávio tem 47% e Lula, 45%. Com margem de erro de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, há empate técnico entre os dois.

Em comparação ao último levantamento, Flávio oscilou dois pontos percentuais para cima e Lula, um.

O instituto também testou o desempenho do atual presidente contra Augusto Cury (Avante).

Cury tem 44% e Lula, 43%. Eles também estão em empáte técnico. Os votos brancos e nulos são 11%, e os indecisos, 2%.

Já contra Flávio, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro tem 43% e o escritor, 36%. Brancos e nulos ficam em 20%. Os que não sabem somam 2%.

Metodologia

Foram ouvidas 3.000 pessoas em 623 municipios nas 27 unidades da Federação entre os dias 6 e 9 de setembro. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-04914/2026.

CNN

09 setembro 2026

Fachin tira Moraes da relatoria do inquérito das Fake News e assume caso


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, assumiu nesta quarta-feira (9) a relatoria do inquérito das Fake News. O caso estava sob comando do ministro Alexandre de Moraes.

O Inquérito das Fake News é uma investigação aberta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2019 para apurar a existência de notícias fraudulentas, falsas comunicações de crimes, denúncias caluniosas, ameaças e outros ataques contra o STF, seus ministros e familiares. Ele está sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes.

"A presente medida decorre da necessidade de estabelecer segurança jurídica e adequada delimitação institucional dentro do regime de exercício da atribuição prevista no art. 43 do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal por esta Presidência".

A decisão de Fachin determina que as ações penais derivadas do inquérito seguem com Moraes à frente e que todos os atos tomados no curso do inquérito estão em vigor.

"Em homenagem à segurança jurídica, à estabilidade dos atos processuais e à confiança legítima na atuação jurisdicional, devem ser preservados os atos regularmente praticados durante o período de vigência da designação, ressalvada, evidentemente, a eventual apreciação pelas vias processuais próprias", diz Fachin.

Fachin determinou que inquéritos, PETs e demais procedimentos investigatórios distribuídos a Alexandre de Moraes por prevenção ao inquérito das fake news sejam devolvidos à Presidência do STF.

Os processos retornarão no estágio atual para análise da presidência da Corte e, posteriormente, serão encaminhados à Polícia Federal e à PGR, responsável por decidir sobre eventual denúncia ou arquivamento.

Nesta quarta, o ministro Edson Fachin também suspendeu a decisão do ministro André Mendonça de afastar o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência, Leandro Almada. Também foi suspensa a decisão de Flávio Dino que os reintegrou aos cargos.

Fachin também suspendeu "todo e qualquer procedimento" de investigação contra integrantes do STF.

Além disso, também foi suspensa a apuração da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre possível interferência na produção do relatório da PF que apontou uma relação entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, preso na Operação Compliance Zero.

Globo

Palver: Flávio Bolsonaro 46% e Lula 44% no segundo turno


O segundo levantamento da Palver sobre a corrida presidencial, divulgado nesta quarta-feira (9/9), mostra um quadro de crescente insatisfação com o governo: 56% classificam a gestão de Lula como ruim ou péssima, enquanto 40% a consideram ótima ou boa. Apenas 4% atribuem conceito regular. Na leitura binária, 57% desaprovam, contra 42% que aprovam o presidente.

No confronto direto entre Lula e Flávio, o senador aparece agora numericamente à frente, com 46% contra 44%, mas os dois permanecem empatados dentro da margem de erro. Outros 10% se dividem entre votos brancos, nulos, eleitores que não votariam e os que não sabem.

Há um mês, Lula e Flávio também apareciam empatados, com 46% para cada um. Na comparação, a pesquisa mostra estabilidade no segundo turno: Flávio Bolsonaro avança numericamente, mas a diferença permanece dentro da margem de erro.

A vantagem de Lula no segundo turno só aparece nos cenários contra nomes alternativos da direita. Contra Augusto Cury (Avante), o presidente marca 42%, ante 30% do escritor. Diante de Romeu Zema (Novo), o placar é de 43% a 42%, enquanto contra Ronaldo Caiado (PSD) Lula tem 43%, contra 40% do ex-governador – em ambos os casos empate técnico. Frente a Renan Santos (Missão), a diferença é maior: 43% a 31%.

No conjunto, o principal movimento observado é a perda de apoio de Lula nos cenários testados. Na comparação com a sondagem de agosto, o presidente aparece agora 2 a 3 pontos percentuais abaixo nesses confrontos, embora todas as variações estejam dentro da margem de erro.
Sobre a pesquisa

A Palver entrevistou 5.000 participantes recrutados por meio de anúncios em redes sociais, entre os dias 4 e 7 de setembro. Considerando o efeito do desenho amostral da sondagem, a amostra efetiva é de 1.527 entrevistas. A margem de erro é de 3 pontos percentuais e o nível de confiança, de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-05420/2026.

Gerp: Flávio tem 47% no 2º turno; Lula 40%


Divulgada nesta quarta-feira (9), a pesquisa eleitoral do instituto Gerp aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à frente do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma simulação de segundo turno para as eleições de 2026.

O parlamentar aparece com 47% das intenções de voto contra 40% do petista. A diferença de sete pontos supera a margem de erro, que é de dois pontos percentuais. Os eleitores que declaram voto em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos somam 11%, enquanto os indecisos que não sabem ou não responderam representam 3%.

Analisando a trajetória da disputa ao longo dos últimos meses, o cenário demonstra uma estabilidade do parlamentar e uma oscilação negativa do petista. No final de agosto, Flávio mantinha os mesmos 47%, enquanto Lula marcava 42%, recuando dois pontos percentuais na atual edição da sondagem. A menor distância já registrada entre os dois candidatos no levantamento ocorreu na primeira quinzena de julho, quando o senador marcou 46% contra 45% do atual presidente.

Metodologia

A pesquisa Gerp entrevistou 2.400 eleitores por telefone, entre os dias 3 e 8 de setembro. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pela AESP Rádio e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-00251/2026.

Meio/Ideia: Com 46%, Flávio e Lula empatam em 2º turno


O instituto Ideia, em parceria com o Canal Meio, divulgou nesta quarta-feira (9) uma nova pesquisa com as intenções de voto para presidente da República nas eleições de 2026.

Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) estão empatados tecnicamente em todos os cenários apresentados. No espontâneo e no estimulado de primeiro turno, Lula fica à frente numericamente, mas a distância entre os dois configura empate dentro da margem de erro.

Na simulação de segundo turno entre os dois, o empate passa a ser numérico: 46% das intenções de voto para cada um.

Nos demais cenários de segundo turno, Lula empata tecnicamente com Augusto Cury (Avante) e Ronaldo Caiado (PSD). Ele venceria os embates diretos contra Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo).

Pesquisa Meio/Ideia para presidente da República em 2026

O instituto Ideia fez pesquisa espontânea (quando os nomes não são apresentados) e um cenário estimulado (quando são mostrados os nomes) para presidente da República.

Na pesquisa espontânea, 26% disseram não saber em quem votar.

Lula (PT): 30,7%
Flávio Bolsonaro (PL): 28%
Escritor Augusto Cury (Avante): 3,2%
Renan Santos (Missão): 3%
Ronaldo Caiado (PSD): 2%
Zema (Novo): 0,8%
Pablo Marçal (PRTB)*: 0,5%
Samara (UP): 0,4%
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0,2%
Clariana Brandão (DC): 0,1%
Edmilson Costa (PCB): 0,1%
Outros: 2%
Ninguém/Branco/Nulo: 3%
Não sabe: 26%

*Pablo Marçal está inelegível até 2032 após decisão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-PR) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem até 14 de setembro para julgar a candidatura dele.

Lula lidera numericamente o cenário estimulado

Lula (PT): 38,4%
Flávio Bolsonaro (PL): 37,3%
Escritor Augusto Cury (Avante): 6,6%
Renan Santos (Missão): 4%
Ronaldo Caiado (PSD): 4%
Zema (Novo): 1,5%
Pablo Marçal (PRTB): 1,5%
Samara (UP): 0,7%
Rui Costa Pimenta (PCO): 0,4%
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0,2%
Hertz Dias (PSTU): 0,1%
Clariana Barão (DC): 0,1%
Edmilson Costa (PCB): 0,1%
Ninguém/Branco/Nulo: 2,5%
Não sabe: 2,8%

Segundo turno para presidente pelo Meio/Ideia

Lula x Flávio Bolsonaro

Lula (PT): 46%
Flávio Bolsonaro (PL): 46%
Branco/Nulo: 3,5%
Não sabe: 4,5%
Lula x Renan SantosLula (PT): 46%
Renan Santos (Missão): 40,3%
Branco/Nulo: 9,3%
Não sabe: 4,5%

Metodologia: 1.500 entrevistados pelo instituto Ideia de 4 a 7 de setembro de 2026. A pesquisa foi contratada pelo Canal Meio S.A.. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 2,5 pontos percentuais. Registro no TSE nº BR-07935/2026.

08 setembro 2026

Quaest/Senado: Marília 17%; Humberto 14%; Mendonça 11%


Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (8) mostra como está a disputa pelo Senado em Pernambuco. O levantamento foi encomendado pela Globo.

Em 2026, serão eleitos dois senadores em cada estado e no Distrito Federal, para renovar 54 das 81 cadeiras. Por isso, cada eleitor precisa votar em dois candidatos diferentes. Não é possível escolher o mesmo nome duas vezes.

Na pesquisa espontânea da Quaest, em que os nomes não são mostrados aos eleitores entrevistados, 78% estão indecisos (eram 80%), porque não souberam citar um candidato.

Já na pesquisa estimulada, a lista de candidatos é mostrada, e cada entrevistado precisa responder duas vezes em quem pretende votar: para a primeira vaga e, depois, para a segunda vaga.

Os resultados da pesquisa para o Senado consideram as menções para a primeira e a segunda vagas em um total que soma 100% das intenções de voto e mantém a proporção entre candidatos, brancos/nulos e indecisos. Veja os números abaixo:

Combinação - votos totais

Marília Arraes (PDT): 17% (eram 16% em 25 de agosto);
Humberto Costa (PT): 14% (eram 13%);
Mendonça Filho (PL): 11% (eram 9%);
Eduardo da Fonte (PP): 7% (eram 6%);
Túlio Gadêlha (PSD): 4% (eram 3%);
Pastor Gilvan Costa (Democrata): 1% (era 1%);
Carlos Sant'anna (Novo): 1% (era 1%);
Paulo Rubem Santiago (Rede): 0% (era 1%);
Mariano Macedo (PSTU): 0% (era 0%);
Gorett Bitu (UP): 0% (era 0%);
Mailson Neto (PCO): 0% (era 0%);
Samuel Timoteo (UP): 0% (era 0%);
Indecisos: 27% (eram 26%);
Branco/nulo/não vai votar: 18% (eram 24%).

Contratada pela Globo, a Quaest entrevistou 1.302 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país, entre os dias 4 e 7 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-00285/2026.

Quaest: Raquel Lyra, 43%; João Campos, 37%


Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (8) mostra como está o cenário da eleição estadual, a menos de um mês do 1º turno que acontecerá em 4 de outubro.

Veja os números da pesquisa estimulada, em que a Quaest mostra aos eleitores entrevistados os nomes dos candidatos. Entre parênteses, o resultado da pesquisa anterior, do dia 25 de agosto.

Raquel Lyra (PSD): 43% (eram 44% em agosto);
João Campos (PSB): 37% (eram 36%);
Ivan Moraes (PSOL): 1% (era 1)%;
Renan Hallais (Missão): 1% (era 0%);
Professora Camila (UP): 0% (era 0%);
Professor Jeremias do Banco (Democrata): 0% (era 0%);
Victor Assis (PCO): 0% (era 0%);
Guilherme Fonseca (PSTU): 0% (era 0%);
Indecisos: 12% (eram 12%);
Branco/nulo/não vai votar: 6% (eram 7%).

Para 76% dos eleitores (eram 72%), a escolha do candidato é definitiva. Outros 23% (eram 27%) dizem que ainda podem mudar o voto até o dia da eleição, em 4 de outubro.

Contratada pela Globo, a Quaest entrevistou 1.302 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país, entre os dias 4 e 7 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-00285/2026.

Gravatá: MP Eleitoral recomenda cumprimento das orientações do TRE-PE nas campanhas políticas


A Promotoria Eleitoral da 30ª Zona Eleitoral de Gravatá recomendou aos partidos, federações, coligações e colaboradores da Justiça Eleitoral a observância das diretrizes da Nota Técnica Conjunta nº 01/2026 - TRE-PE, que estabelece orientações estratégicas sobre o exercício do poder de Polícia, a fiscalização de propagandas eleitorais, a convocação de colaboradores eventuais e a organização dos trabalhos no dia do pleito.

Aos partidos políticos, federações e coligações foi recomendado observar os critérios operacionais da propaganda eleitoral em vias públicas. Dentre as exigências estão: o distanciamento adequado entre as mesas para material de campanha e bandeiras, desde que móveis e não dificultem o bom andamento do trânsito de pessoas e de veículos, manutenção contínua e permanente de uma faixa livre na calçada para a passagem de pedestres e a garantia do caráter móvel das estruturas, com retirada obrigatória após horários permitidos pela legislação (8h às 22h). Deverão observar também os parâmetros orientativos para conter fraudes e evitar a contratação simulada de veículos ou pessoas unicamente para viabilizar a circulação irregular dos carros de som pelas vias públicas.

Os candidatos, coligações e cidadãos devem abster-se de veicular propaganda eleitoral que perturbe o sossego público e a cumprir a Lei Estadual nº 15.736/2016, que proíbe a utilização e soltura de fogos de artifício ou artefatos pirotécnicos de efeito sonoro ruidoso no Estado de Pernambuco.

DIA DA VOTAÇÃO - Os partidos e coligações devem observar a proibição absoluta do uso de vestuário padronizado para fiscais, devendo haver apenas o uso obrigatório do crachá de identificação contendo exclusivamente o nome do agente e a sigla do partido ou federação, com a atuação de apenas um fiscal por vez na área de atuação da Mesa Receptora de Votos.

Por sua vez, as forças de segurança pública devem garantir a pronta atuação para assegurar a ordem e prevenir a distribuição irregular de material de propaganda ou constrangimento a eleitores.

MPE